A fidelidade de José - Pr. Eri Carlos

Defendendo o Campo de Lentilhas-Pr. Eri Carlos

Senhor, mostra-me o Teu Caminho

Resgatando as Ovelhas Perdidas

Resgatando as Ovelhas Perdidas
Jesus é o Bom Pastor. O bom pastor dá sua vida pelas ovelhas, ele deixa as 99 no aprisco e busca a que se desgarrou, trazendo-a em seus ombros. Enquanto perdemos nosso tempo com coisas supérfluas, muitas ovelhas estão perdidas e cabe a nós a missão do IDE para resgatar tais ovelhas que se desgarraram do aprisco do Senhor Jesus. Há uma estatística no Brasil de que 40 milhões de evangélicos pararam na beira do caminho, isso sem contar aqueles que não tiveram um encontro real com o Senhor. Não cabe a nós julgar a razão ou os "porquês", mas precisamos fazer alguma coisa para que o adversário de nossas almas não venha a se regozijar, e que o Reino de Deus venha a ser acrescentado com o número dos que hão de se salvar. Se você está desanimado ou parou nesta caminhada gloriosa, em nome do Senhor Jesus retome sua caminhada e seja um soldado de Cristo. Lembre-se que Ele deu a própria vida na cruz do calvário por mim e por ti e ainda nos garante a salvação. Deus te abençoe! Pr. Eri Carlos

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domingo, 31 de março de 2013

Deus honra e exalta o fiel


Deus honra e exalta o fiel

“E ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz”. (Daniel 2:21:22).

A fidelidade de Daniel e seus amigos
           
            Nabucodonosor, rei da Babilônia, sitiou Jerusalém e levou cativos muitos israelitas, sendo o inicio do cativeiro e o começo da devastação da nação judaica.

            Dentre muitos que foram deportados em meados de 605 a.C. para a Babilônia, encontravam-se alguns jovens que se destacavam dos demais pela sua aparência, habilidade e sabedoria para servir na corte do rei. Eles tinham os nomes israelitas de Daniel, Hananias, Misael e Azarias e também pertenciam à linhagem real e dos príncipes e que posteriormente tiveram seus nomes judaicos trocados por nomes babilônicos de: Daniel para Beltessazar, Hananias para Sadraque, Misael para Mesaque e Azarias para Abednego .
           
            Desde o começo Daniel e seus amigos mesmo em terras distantes e sem outras pessoas que pudessem contar não decepcionaram seu Deus, tendo a fidelidade e o Testemunho do Deus vivo em todo momento de suas existências.

            As provas começaram quando a situação se complicou e foram levados cativos de suas terras do seio de seus familiares de seus amigos, para um lugar desconhecido e de uma cultura diferente da que serviam.

            Preocupado com a aparência e saúde daqueles jovens e de bem servir o rei, o eunuco quis que se alimentassem de iguarias do rei, vinho e que no final de três anos fossem apresentados ao rei.
            Daniel pediu ao despenseiro que lhes dessem comida leve, legumes e água no período de dez dias para ver a diferença em suas aparências, sendo que este o consentiu. Após o período estipulado foi visto que seus semblantes sobressaiam dos demais, então foi lhes concedido que se alimentassem de legumes.
            Os quatro tinham compromisso com Deus de não se contaminar e compartilhar com manjares sacrificados a ídolos. Eles tinham uma vida diferente daquela sociedade corrupta e contaminada.

            O servo de Deus precisa tomar cuidado com os manjares oferecidos pelo inimigo que a todo instante são oferecido, porém são pesados, faz mal à saúde carnal e principalmente espiritual, pois é de difícil digestão.
            Quem se alimenta da comida espiritual que é a palavra de Deus, a qual é leve, mas que sustém, jamais ficará fraco mesmo vindo à prova e seu semblante alegre sobressai dos demais.

            É preciso fazer provas e experimentos das grandezas de nosso Deus para se manter firme em sua presença e fazer a diferença onde quer que vá.
           
            Aqueles jovens tiveram convicção e certeza que a comida leve ingerida seria de grande sustância para mantê-los formosos e sadios e Deus jamais os abandonou dando-lhes o conhecimento e a inteligência em todas as letras.

            Era tão grande a sabedoria daqueles jovens que o rei achou dez vezes mais que todos os grandes magos e astrólogos do reino.

Deus não abandona seu ungido e mesmo que passe pelo deserto e que a situação pareça desesperadora.  Ele está sempre junto como pai que é protegendo e ajudando seu filho na travessia para que no final lhe entregue a vitória em suas mãos.

Daniel, Hananias, Misael e Azarias, tinham uma missão importante de testemunhar que o Deus de Israel é o único Deus que mantém sobre controle todas as nações.

            Deus muda os tempos e as estações

            É tempo de mudanças e Deus quer entrar com a providência em nossas vidas, usando nos como ferramentas de poder para tirar muitos do cativeiro em que se encontram para que sejam salvos e colocados num patamar espiritual elevado; para isso basta apenas nossa fidelidade em sua presença.

            Quantas vidas estão aprisionadas nas garras de satanás sem forças para sair da situação em que se encontra, mas o Senhor quer reverter esta história para exaltar seu ungido.

            Deus muda as estações, onde há tempestade, haverá bonança; onde há ventos fortes, furacões e fogo, haverá sua voz mansa e suave para acalmar toda a adversidade que o inimigo coloca em nosso caminho.

            Enquanto estivermos neste mundo, teremos aflições, tribulações e angústias, mas nosso Deus é o socorro bem presente para nos ajudar e direcionar na saída da crise.

            A hora e o momento das mudanças estavam se aproximando para que o Senhor operasse na vida daqueles jovens fiéis para mostrar seu grande poder e glória na face desta terra.

No segundo ano de reinado, Nabucodonosor teve um sonho que o deixou muito angustiado, por ter esquecido o que sonhara e nenhum dos sábios da Babilônia poderia dizer o sonho e interpretá-lo, sendo desacreditados e decretados a morte deles. Porém, Daniel, servo do Deus vivo e altíssimo, evidentemente não tivera nenhuma audiência com o rei, pediu para falar com ele dizendo que revelaria seu sonho e o interpretaria.

            Juntamente com seus amigos oraram a Deus e numa visão o Senhor revelou a Daniel o sonho do rei Nabucodonosor que tinha visto uma grande figura com cabeça de ouro, peito e braços de prata, o ventre e os quadris de cobre, as pernas de ferro, os pés em parte de ferro e parte de barro. Dn 2:32-33

            Daniel interpretou o sonho dizendo: tu és a cabeça de ouro.  E depois de ti se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual dominará sobre toda a terra.

E o quarto reino será forte como ferro; pois, como o ferro, esmiúça e quebra tudo; como o ferro que quebra todas as coisas, assim ele esmiuçará e fará em pedaços.

E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo.

E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil.
 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.
 Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre,

Da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação.
            Pela comparação do sonho e interpretação poderia ter acontecido da seguinte forma:
            A cabeça de ouro representava o Império Babilônico (605-539 a.C.), que foi um dos mais poderosos império da Antigüidade; como a prata é inferior ao ouro, o reino seguinte seria inferior a ele. Em 539 a.C., os Medos-Persas comandados por Ciro conquistaram a Babilônia. Foi um reinado inferior em riqueza e luxo, mas maior em extensão.

O terceiro reino de bronze dominaria a terra. Alexandre o Grande liderou os gregos para conquistar os Medos-Persas na Batalha de Arbela em 331 a. C. Usaram armamento de bronze.
O quarto reino de ferro e barro, seria de Roma que dominou o mundo de 168 a.C. a 476 d.C.

Fica claro que no reino de Roma nasceu o remanescente de Israel (Jesus Cristo), quando ressurgiu dos mortos, subiu aos céus e assentou a direita de Deus Pai, sendo feito assim Cristo e Senhor (Atos 2:30-36).

Deus estabeleceu um reino que jamais haverá de ser destruído, pois o reino prometido pelo nosso Senhor não é na terra mas no céu e é eterno e quando Jesus voltar seu reino não terá mais fim (Mateus 25:31-34 e apocalipse 21:1).

Todos os reinos passam, mas o de Deus é eterno!

Para que fosse revelado o sonho e a interpretação, os servos do Senhor oraram e pediram sua misericórdia e revelasse durante a noite e Deus foi complacente atendendo ao pedido e dando lhes a resposta.

Deus remove os reis e estabelece os reis

A partir da revelação, Nabucodonosor viu aqueles jovens com outros olhos e pôs Daniel como governador de toda Província da Babilônia, bem como a seus companheiros, Mesaque, Sadraque e Abednego, tratavam de negócios importantes da província.

Esses servos do Senhor eram homens valentes e mesmo cativos não negaram a fé no Senhor, confiaram e foram agraciados e exaltados nesta terra.

"O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta." (I Samuel 2:7)
           
Aquele que ensoberbece quando lhe é concedido algo do Senhor, poderá lhes ser tirado. Quando o orgulho cresce na vida de uma pessoa e o seu “eu” sobressai, este ficará diminuído na presença de Deus, pois ninguém rouba Sua glória.

Todo que procura fidelidade na presença de Deus é agraciado com dádivas de sua parte e enaltecido de forma inimaginável.


Deus dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos

Quando o Senhor revelou o sonho a Daniel, concedeu a todos um grande livramento de morte e honrou dando-lhe não somente o sonho de Nabucodonosor, mas também dando conhecimento da interpretação.
A fé daqueles homens fora testada e passaram no primeiro teste, mas viria ainda provas terríveis como: Mesaque, Sadraque e Abednego na fornalha ardente, porém havia um quarto “homem” junto com eles na crise, bem como Daniel na cova dos leões. Em todas as situações tiveram êxito porque Deus estava com eles e está com aquele que o teme.


Ele revela o profundo e o escondido

"Clamaste na angústia, e te livrei; respondi-te no lugar oculto dos trovões; provei-te nas águas de Meribá. (Selá.)" (Salmos 81 : 7)
"Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido." (Lucas 12 : 2)

Ninguém naquele reinado poderia dizer e decifrar o sonho do rei Nabucodonosor, mas Deus concedeu ao seu servo esta dádiva.

Veja a grandiosidade de nosso Deus, que não foi apenas uma interpretação,e, Deus revelou também todo o sonho, parecendo impossível àqueles que não crêem nas promessas do Senhor. Mas Deus é o Deus do impossível e não fica nada escondido na face desta terra que Ele não possa desvendar e trazer a luz.

Deus nos criou e esquadrinha nossos pensamentos, dando-nos gratuitamente dons espirituais que parecem loucura ao homem natural, porque vem do Espírito de Deus e não podem compreendê-las, porque discernem do Espírito.


Conclusão

Deus conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.

Deus deu a Daniel a oportunidade de tirar a obscuridade que tanto angustiava aquele rei e foi lhe dado à luz da verdade para que soubesse o que estava porvir.

Nosso Senhor Jesus Cristo também nos concede esta graça, assim como deu a Daniel de mostrar a luz aos que estão na escuridão e através de nossas vidas tirar os cativos das garras do adversário para que conheçam a verdade.

Aqueles jovens eram: Fieis a Deus, obedientes, perseverantes, destemidos e cheios do Espírito Santo de Deus.

A oportunidade está à porta, seja como Daniel e seus companheiros!

“Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas”. (João 12:46).

Venha para a luz! Deus o abençoe!

As ferramentas do adversário não prevalecerão


As ferramentas do adversário não prevalecerão

 “Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR, e a sua justiça que de mim procede, diz o SENHOR”. (Isaias 54:17).

            O inimigo é insistente e procura de todas as formas destruir os guerreiros do Senhor através de ferramentas diversificadas e inovadas a cada dia.
Porém, o Senhor nosso Deus está sempre atento para cuidar dos seus contra as astutas ferramentas utilizadas pelo adversário.
           
            Ferramentas que se levantam contra a obra do Senhor:

1)      Ferramentas da inveja da humilhação e da mentira:

A Sagrada Escritura relata que muitos homens de Deus passaram por momentos terríveis sendo invejados e humilhados por sobressair dentre os demais fazendo a vontade de Deus, mas perseveraram na fé e receberam a recompensa pela sua fidelidade.
        O adversário é persistente e usa toda ferramenta do mal no intuito de fazer o servo de Deus desistir e perder sua benção.

A fidelidade de um jovem em meio a provas


José, filho de Jacó passou por momentos angustiantes sendo invejado e humilhado dentro do próprio seio familiar. Seus irmãos, usados pelo adversário o invejaram, humilharam e o desprezaram e não contentes com isso lhe venderam para os mercadores que iam para o Egito.

  Certa vez José sonhou que estava no campo e seu molho se levantava, enquanto o de seus irmãos se inclinava para ele. Neste momento a ira de seus irmãos se levantou mais ainda contra ele, dizendo: Tu, pois, deveras reinarás sobre nós? Tu deveras terás domínio sobre nós? Por isso ainda mais o odiavam por seus sonhos e por suas palavras”. (Gn 37:8).
  Novamente José sonhou que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam a ele. Todos o repreenderam, até mesmo Jacó disse se porventura ele a mãe e os irmãos, inclinariam perante ele na face desta terra.

José sendo o mais novo era benquisto pelo pai Jacó pela sua fidelidade e obediência e Jacó depositava sua confiança para que cuidasse de seus irmãos mais velhos, mesmo na tenra idade.
A inveja aumentava no seio de seus irmãos que procuravam um meio de se livrarem do inconveniente José.
Seus irmãos foram até Siquém apascentar as ovelhas e Jacó chamou a José que prontamente disse: “eis me aqui”, pois sempre estava pronto a obedecer a seu pai, então Jacó mandou que fosse junto aos seus irmãos para ver como estava o rebanho e voltasse para trazer notícias.

José foi perguntando no trajeto por seus irmãos e uma pessoa informou que eles não se encontravam mais em Siquém e tinha seguido rumo a Datã. Quando se aproximava de seus irmãos eles disseram entre si: “lá vem o sonhador” e arquitetaram um plano para se livrarem dele.

A idéia era matá-lo e sujar suas vestes com sangue para mostrar a seu pai que tinha sido devorado por um animal fero, assim os eximia de qualquer culpa.
Rúben, o primogênito não concordou e resolveram lançá-lo numa cova arrancando sua túnica de várias cores que seu pai Jacó havia lhe dado como sinal de liderança sobre os demais.

Em seguida viram uma caravana de mercadores ismaelitas que passavam naquela região e resolveram vendê-lo por vinte moedas de prata.
   Quando retornaram, mataram um cabrito e tingiram a túnica de José de sangue e chegando em casa mostraram-na a Jacó dizendo que uma fera havia devorado José.
 
Jacó muito se angustiou e rasgou suas vestes, lamentando a morte de José.
Os midianitas venderam José no Egito a Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda.

  Os planos de Deus não são os dos homens e José passou por tudo aquilo, mas Deus deu-lhe força para posteriormente o exaltar na presença do inimigo.
Aquele que perseverar na fidelidade ao Senhor até o fim, terá surpresa agradável, sendo agraciado com as promessas do Senhor.

No Egito José ficou na casa de Potifar, e tudo ao seu redor prosperava, ficando notório aos olhos de Potifar que o Senhor era com José.
Potifar vendo a benção sobre José e a prosperidade lhe acompanhava, depositou sua confiança e colocou tudo que tinha em suas mãos.
O adversário começou a invejar a José e maquinou um plano usando a mulher de Potifar para assediar a José que era mui formoso, mas ele fugiu, ficando suas roupas com a mulher.

Nosso Senhor nos manda fugir de toda aparência do mal, não apenas se afastar.

A mulher de Potifar chamou os homens de sua casa e inventou uma terrível mentira sobre José, dizendo que ele a atacara e usando as mesmas palavras mentirosas contou a Potifar.
Satanás usa a ferramenta da mentira, o qual ele considerado como pai.

“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira”. (João 8: 44)

José foi parar no cárcere da prisão, mas mesmo lá o Senhor não o abandonou e tudo ao seu redor prosperava.
Na prisão José interpretou o sonho do copeiro e do padeiro, dizendo que em três dias o faraó restauraria o copeiro e voltaria a aos seus afazeres, porém quando cumprisse era pra se lembrar dele que estava preso inocente.
Quanto ao sonho do padeiro José disse que dentro de três dias o Faraó tiraria sua cabeça e penduraria num pau para as aves comerem.
Tudo ocorreu conforme a interpretação de José, mas o copeiro esqueceu de José.
Passados dois anos o Faraó sonhou que subiam do rio sete vacas, formosas e pastavam no prado. E eis que subiam do rio após elas outras sete vacas, feias à vista e magras de carne; e paravam junto às outras vacas na praia do rio. E as vacas feias à vista e magras de carne, comiam as sete vacas formosas à vista e gordas.

Novamente o Faraó sonhou: E eis que sete espigas miúdas, e queimadas do vento oriental, brotavam após elas. E as espigas miúdas devoravam as sete espigas grandes e cheias. Então acordou Faraó, e eis que era um sonho”. (Gn 41:2-7).

Ninguém conseguiu interpretar tal sonho e muito se perturbou o Faraó.
Naquele momento o copeiro lembrou de José e contou como havia lhe interpretado seu sonho na prisão e imediatamente o Faraó mandou que trouxessem José à sua presença.

Faraó contou seus sonhos a José que na autoridade do Senhor afirmou que Deus iria revelar a interpretação.
  José disse que as sete vacas gordas e as sete espigas formosas seriam sete anos de fartura sobre o Egito e as vacas magras, bem como as espigas miúdas seriam sete anos de fome sobre toda terra. José ainda o orientou que devia fazer uma reserva dos mantimentos durante os sete primeiros anos para não sofrerem os próximos sete.
O faraó ficou perplexo com tudo que ouviu e baixou um decreto que a partir daquele momento José seria o Governador do Egito.
Deus honra a José

A história de José começa a mudar e tomar outro rumo, agora todo sofrimento cai por terra.

Valeu a pena à fidelidade de José e de invejado e humilhado passa a ser exaltado na face desta terra!

Deus é bom!

Acima de José no Egito, apenas Faraó, que deu carta branca e seu anel para José Governar todo Egito.
Durante os sete anos de fartura José mandou construir celeiros e armazenou o máximo de mantimentos e ao findar o tempo previsto a fome começou a assolar toda terra.
De toda parte da terra vinham comprar mantimentos no Egito e Jacó vendo que iriam perecer também mandou seus filhos comprar alimentos no Egito.
José viu seus irmãos e estes não o reconheceram e com certeza jamais imaginariam que José era o Governador do Egito.
              As visões de José estavam se concretizando e tão logo foi lhes dito quem ele era, isto após José ter feito eles voltarem a Jacó e trazerem Benjamim o mais novo, seus irmãos se prostraram diante de sua presença, confirmando seu sonho.
  José os perdoou e mandou buscar seus pais e toda família para estarem juntos dele.
Deus realizou a promessa na vida de José e o colocou num lugar de honra, pois jamais ele negou seu nome e a fé, mesmo passando por toda esta prova.
Jesus Cristo é nosso intercessor e está contemplando os momentos difíceis que passamos, dando-nos a força necessária para prosseguirmos sempre avante. Jesus é a ponte de ligação entre o homem e o reino de Deus.

   Nesta vida o cristão passa por provas, lutas, tribulações, mas as promessas de Deus não falham, porque Deus não é o homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa.

O inimigo tenta acertar o crente com as ferramentas da maldade (inveja e humilhação), mas Deus exalta aquele que lhe é fiel, dando-lhe a vitória e enaltecendo-o na presença do adversário.

Toda ferramenta usada por satanás contra o servo de Deus não prosperará!


2)     Ferramentas da oposição e do ciúme:

Quando o cristão está procurando fazer o que agrada aos olhos do Senhor e obedecer a sua Palavra, o inimigo fica furioso e quer usar a ferramenta da oposição e do ciúme.
Sempre tem alguém que é contrário a tudo e quer incutir idéias subversivas, colocando uns contra os outros, e a razão é o ciúme doentio.
Não faz e ainda perturba aquele que quer fazer o que Deus tem proposto no coração.

A oposição dentro do seio familiar


Moisés homem escolhido por Deus para conduzir o povo israelita à terra prometida já havia passado por muitas provas desde a estadia no Egito até a retirada do povo.
No Egito Deus permitiu mostrar seu incomparável poder, enviando as dez terríveis pragas, e Moisés enfrentou o Faraó destemidamente.
Durante a caminhada, passaram pelo mar vermelho que se abriu quando Moisés orou, e seus perseguidores morreram afogados.
Quando estavam atravessando o deserto o Senhor colocou uma nuvem sobre eles durante o dia para que o sol escaldante não os prejudicassem, dando-lhes o refrigério e durante a noite havia uma coluna de fogo para alumiar o caminho e os guiar.
Deus preparou alimento, o maná, fez água sair da rocha, o calçado e as roupas cresciam conforme a anatomia do corpo e deu-lhes os dez mandamentos para que se concertassem e obedecessem ao único Deus e Senhor. Enfim, nada lhes faltava.
Mesmo vendo o poder de Deus operando em suas vidas, muitos murmuravam, acusavam a Moisés e alguns queriam desistir da caminhada e voltar ao Egito.

No Capítulo 12 de números relata que Mirian e Arão eram irmãos de Moisés e o criticaram por ter se casado com uma mulher etíope.
Invadiram a privacidade de Moisés e ainda provocaram uma revolta, insinuando maldosamente que Deus só falava com Moisés, duvidando da vontade do Senhor para com seu ungido.
Quanta ironia! Quando Moisés era criancinha e o Faraó mandou matar os meninos primogênitos israelitas que muito se multiplicavam, Mirian ajudou a salvá-lo logo depois que sua mãe o colocou num cesto de junco que desceu o rio e observando de longe viu que ele chegou ileso até a filha do Faraó.

Não é diferente nos dias atuais, quantos ciumentos que não buscam verdadeiramente a face do Senhor e dá lado para que o adversário use esta ferramenta, criticam o servo de Deus e faz levante se opondo contra ele.
Se Deus fala com ele, tem que falar comigo também!

A inveja é uma ferramenta terrível que o inimigo procura lançar no meio do próprio povo de Deus que não vigia e acaba pagando um amargo preço.
Moisés permanecia manso e humilde e não tomava nenhuma iniciativa; os quarenta anos que apascentou ovelhas serviram para prepará-lo para ocasiões adversas que iriam acontecer.

A ferramenta do cristão para contra-atacar a do adversário é não murmurar e não se irar quando é ofendido, mas buscar o Senhor de todo seu coração e a vitória é certa.
Deus entrou no negócio e mostrou quem era o líder dentre os três irmãos, dizendo que falava boca a boca com Moisés, pois honrava sua fidelidade.

O Senhor fala com seu ungido e o ensina e o instrui acerca do que deve fazer

Mirian foi agravada de lepra em virtude do seu levante. Arão se arrependeu e pediu a Moisés que intercedesse junto ao Senhor por Mirian.
Moisés clamou a Deus que curasse sua irmão daquele estado lastimoso e Deus na sua infinita bondade atendeu seu pedido.

A oposição continua

O inimigo não desiste e colocou no coração de Coré que juntamente com Data, Abirão e Om, a insinuação de Arão e Mirian para acusar Moisés de elevação da Assembléia, dizendo que todo povo era santo. Conseguiram ajuntar 250 príncipes que aderiram à rebelião e foram opostos a Moisés.
Esses rebeldes foram chamados por Moisés para um confronto leal, porém não aceitaram e fizeram uma lista de acusações contra sua pessoa, acusando-o de:
·      Se fazer príncipe sobre o povo de Israel; (Números 16:13).
·      Incompetente (V.14)
·      Enganador e segador dos olhos do povo (v.14).

Moisés novamente procurou a resposta de Deus e em obediência e submissão foi honrado por Deus e em frente à congregação falou se aquele homens morressem como os demais, saberiam que o Senhor não lhe tinha enviado, porém se Deus fizer algo novo e a terra se abrir r tragar tudo que é seu, saberei que irritaram ao Senhor.

“E a terra abriu a sua boca, e os tragou com as suas casas, como também a todos os homens que pertenciam a Coré, e a todos os seus bens. E eles e tudo o que era seu desceram vivos ao abismo, e a terra os cobriu, e pereceram do meio da congregação”.  (Números 16:32: 33...)

A história se repete na questão da oposição, e nos relembra quando Lúcifer (Esse anjo chamado Lúcifer, que significa «portador de luz»), se rebelou contra Deus e grande parte dos anjos também o seguiu e foi destituído, perderam seu lugar nos céus e foram lançados fora da presença do Senhor com a sentença de condenação decretada. (Apocalipse 12:3-4.)

Aqueles que se rebelam contra o Homem de Deus que está procurando fazer sua vontade, terá graves conseqüência.

Ai daquele que toca no ungido do Senhor: “Não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas”. (Salmos 105:15).

Aquele que é escolhido pelo Senhor para ser líder, carregará e deverá suportar o peso da vocação divina com a única opção consciente de obedecê-lo em todos os sentidos.

Muitas vezes não é compreendido, outros dizem “se eu estivesse lá, faria assim, assado...”, outros culpam seus líderes pelos próprios fracassos, outros são imaturos e precisam ser carregados como crianças de colo, outros se rebelam etc.
O ministro de Deus é cobrado a alimentar o povo com alimento sólido que possa completar suas necessidades.
Jamais pode ficar triste, não pode ter problemas financeiros, enfermidades, tem que dar atenção a todos e mesmo assim ainda não agrada.

Algumas pessoas murmuram e desconhecem os fatos e verdade, agindo sem direção e cegados pelas ferramentas da oposição e do ciúme.

Deus é a fonte de todo poder e através da oração poderemos combater contra as ferramentas da oposição e do ciúme que satanás prepara ao povo de Deus.
É diante da graça do Senhor Jesus Cristo que encontramos o suporte a sabedoria e a confiança para passar por todas as barreiras e sair vitorioso nesta batalha.

Conclusão

Não importa qual a ferramenta que o adversário utilize, se é da inveja, da humilhação, da oposição do ciúme da mentira, da soberba, do orgulho, traição, etc., porém, para aquele que crê e é fiel jamais será desamparado pelo nosso Deus.
O Senhor é o maior e como galardoador de guerra, jamais perdeu uma batalha e está sempre pronto a nos ajudar e nos mostrar a ferramenta adequada para combater as ferramentas do inimigo.

   Chegou o momento de contra atacar o adversário, seja uma ferramenta de poder nas mãos do Senhor, use as armas das nossa milícia explicitadas em II Co 10:4 Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas”;

Sejamos soldados valentes e constantes na nossa fé, oração e santificação em nome de Jesus Cristo nenhuma ferramenta preparada poderá nos atingir.

Deus o abençoe!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Débora e Baraque, agindo Deus quem impedirá?



Débora e Baraque, agindo Deus quem impedirá?
(Juizes 4)

            O povo de Israel vivia num ciclo, onde às vezes se voltava para Deus e outras vezes se rebelava pela desobediência e falta de compromissos para com Deus. As conseqüências eram de graves proporções, sendo que Deus permitia que o adversário do povo de Israel os tomassem cativos, sendo oprimidos e humilhados pelo inimigo.
            Quando o povo não estava mais suportando as afrontas do inimigo, se lembravam que existia um Deus poderoso que poderia libertá-los do cativeiro e da escravidão.
            De acordo com Juizes 4:3, o povo estava sendo oprimido e clamaram ao Senhor, pois sabiam que Deus já havia realizado tantos milagres e prodígios em suas vidas e clamando com certeza o Senhor teria misericórdia e enviaria o libertador.
            Na ocasião o povo encontrava-se há vinte anos sob o jugo do rei de Canaã, cujo nome era Jabim, tendo um homem de nome Sísera como Capitão Comandante de seu exército.
            Como o povo israelita até então não tinha rei, eram os juizes que os julgavam a Israel.
            Débora era uma mulher temente a Deus, a qual além de ser juíza do povo de Israel, também era profetisa, sendo que mandou chamar um homem de nome Baraque e lhe repassou as instruções do Senhor, dizendo que ele seria o homem escolhido por Deus para ir a batalha contra Sísera e seu exército.
            A princípio Baraque disse que só iria se Débora fosse com ele, caso contrário não iria.
            Débora aceitou a imposição de Baraque, mas disse-lhe numa profecia que a honra não seria dele e sim de uma mulher que Deus usaria sua mão para atingir a Sísera.
            Baraque convocou dez mil homens para a guerra e juntamente com eles foi Débora.
            Do outro lado estava Sísera com seus novecentos carros de combate, juntamente com grande quantidade de pessoas, porém Débora disse a Baraque para se levantar e ir em frente que Deus daria seus inimigos em suas mãos.
            Tudo se cumpriu como fora dito e os inimigos caíram ao fio da espada dos homens de Baraque, fugindo Sísera e se abrigando na casa de uma mulher, cujo nome era Jael, sendo que após Sísera dormir ela cravou-lhe uma estaca na fronte batendo com um martelo atravessando-a e penetrou na terra.
            Jael saiu ao encontro e contou o ocorrido, cumprindo assim a profecia de Débora e ainda exterminaram a Jabim que era rei de Canaã.
Deus deu a vitória ao povo israelita tão logo eles obedeceram à voz do Senhor.
Nessa passagem bíblica podemos observar o agir de Deus na vida daquele povo israelita que se encontravam numa situação muito difícil oprimidos pelo inimigo.
Quando ouve o clamor do povo por socorro, Deus usou uma mulher para trazer a resposta às suas petições.
Certamente Débora era muito admirada e de grande prestigio e autoridade perante a nação israelita, a qual demonstra ser respeitada por servir ao Deus altíssimo tendo o dom de profecias.
Deus nos revela que contemplou muitas mulheres com sua infinita bondade, concedendo-lhes sabedoria e dando-lhes dons maravilhosos.
Noutro tempo Deus tocou no coração de Joquebede, mãe de Moisés, para que Mirian sua irmã o colocasse num cesto junto aos juncos do rio e fosse salvo da perseguição do faraó.
Quando o Senhor tem um propósito em nossas vidas nada nem ninguém poderá impedir de ser realizado conforme sua vontade.
Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?”.  (Isaías 43: 13)
Outro exemplo de mulher fé e temente a Deus foi Ana, mãe de Samuel, mesmo não podendo ter filhos por ser estéril, confiou no Senhor e recebeu um milagre em sua vida, onde nasceu Samuel que se tornou um grande profeta do Senhor.
Maria, mãe de Jesus, outro grande exemplo de mulher abençoada por Deus o qual contemplou sua pureza e fidelidade, sendo agraciada de carregar em seu ventre e dar a luz ao homem de maior exemplo de amor e humildade, o Salvador do mundo.
Assim ficou como exemplo essas mulheres virtuosas e muitas outras citadas na Sagrada Escritura que Deus não faz acepção de pessoas e usa quem Ele quer e da forma que deseja, seja homem, seja mulher.
Débora foi mulher de muita convicção e temor a Deus, quando entregou as Baraque aquilo que nosso Senhor lhe havia revelado. Ela não vacilou e não temeu o homem, mas confiou no Senhor entregando a promessa da vitória para a vida dos israelitas saírem daquele cativeiro.
A confiança em Deus e “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre”. (Salmos 111: 10)
Devemos confiar verdadeiramente em Deus e saber distinguir sua voz e obedecê-la. Quanto mais buscamos ao Senhor maior intimidade temos com o mestre e Ele nos retribui seu amor e carinho revestindo-nos com as armaduras celestiais e dos dons espirituais.
Baraque disse: Se fores comigo, irei, porém se não fores comigo, não irei. Débora disse a ele: Certamente irei contigo.
Seria covardia de Baraque querer que uma mulher fosse a guerra com ele ou seria temor de saber que na sua frente havia uma mulher usada por Deus?
Um dos pontos a ser analisado é que Débora não era uma guerreira de armas humanas e sim uma profetisa e Baraque sabia de seu testemunho e que ela não iria lutar com nenhum adversário, porém “quem” estava com ela poderia derrotar qualquer exército e isto lhe transmitia confiança e segurança para seguir em frente.
Não foi covardia de Baraque até mesmo porque ele também era escolhido de Deus para executar aquela missão com êxito.
Através daquela união foi possível ganhar aquela vitória, haja vista que houve confiança mútua em Deus e obediência à suas ordens.
O Senhor nos orienta que quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união para que a benção e a vida seja para sempre. Ele quer nos fortalecer e nos edificar quando se há uma comunhão uns com os outros.
A importância do bom testemunho e obediência a Deus é fundamental na vida do cristão, pois somos observados, analisados e avaliados quanto à nossa conduta e muitas vidas poderão ser alcançadas através de nossa maneira de agir.
Naquela ocasião Sísera e seus aliados possuíam grande quantidade de carros de combate, pois viviam guerreando a fim de conquistar poder  e honrarias, quem sabe achando que seria fácil ganhar mais aquela batalha, porém se enganaram redondamente...
Nosso adversário é astuto, sem piedade e sua alegria e fazer presas que fiquem sob o seu jugo de escravidão e do pecado.
Acontece que nosso aliado é muito poderoso, sendo Ele um General de guerra, jamais perdeu uma batalha, Ele é imbatível e nos orienta e nos prepara com estratégias adequadas para derrotarmos nosso inimigo.
Jesus Cristo nos reveste das armaduras celestiais para combatermos o bom combate.
Deus estava na direção naquele momento revestindo a Debóra e Baraque, bem como a todos que estavam naquela luta, onde obtivera a grande vitória prometida..
Quando terminou a batalha, Débora entoou um cântico profético, mostrando como cada um se comportou durante o período da batalha.Aqui nos mostra que devemos fazer uma reflexão e olhar para trás e ver quantas bênçãos temos recebido do Senhor e quão infinita é sua misericórdia para conosco.
Quantas Déboras estão espalhadas por este mundo afora trabalhando com amor e dedicação na obra do Senhor.
Deus sonda o coração, não o sexo e nos ama na mesma proporção, tanto homem como mulher, não há diferença para nosso Senhor. Deus está mais interessado é na nossa salvação, basta ter compromisso com Ele.
Nosso senhor está em busca dos verdadeiros adoradores, independentes de sexo, raça ou cor.
Anima-te! O cristão tem que ter bom ânimo para enfrentar as adversidades e também para receber a vitória conquistada.
Deus livrou o povo israelita das mãos dos opressores e também nos quer livrar de nosso adversário e de suas ardis ciladas.
O inimigo está ao derredor bramando como leão, buscando a quem possa tragar, mas Deus coloca o anjo com a espada desembainhada ao nosso redor.  Basta ter confiança, fé e obediência que a vitória está garantida, “Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos”. (Salmos 91: 11)